Nem todo latino deportado é bandido. Nem todo incidente ocorrido num país árabe é terrorismo. Nem toda jovem problemática vai se suicidar.
O que essas estórias têm em comum? Além de serem as estórias do filme Babel, todos têm algum ponto tangente; algo que liga cada uma das relações linearmente.
A música é sensacional; a fotografia então, nem se fala. Agora, o melhor de tudo é a quebra de paradigmas. A vida ocorre lá fora, ou até mesmo do seu lado. Já parou pra se perguntar qual é a carga histórica de cada pessoa que cruza por você diariamente?
Cada janela de um prédio esconde uma história mais do que instigante: surpreendente!
É com essa mesma idéia que Alejandro G. Iñarritu termina seu filme: com uma tomada que, ao meu ver, ilustra exatamente essa minha exegese.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Babel
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felipemaia
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domingo, 2 de dezembro de 2007
Lady Chatterley de D. H. Lawrence
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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
O que é real?
O sabão é um produto da saponificação.
O livro é um produto do processo de produção gráfica precedido pelo intelectual.
Eu sou um produto da relação entre meus pais.
Por que a religião não pode ser um produto de nossas mentes???
Eu não posso largar o que está firmemente estabelecido em mim, não porque é errado, mas somente por causa do preconceito...
Eu considero todas as coisas justas. Entretanto, meu colegas não vêem do mesmo jeito. Sendo assim é mais favorável viver sob "luz da verdade", sofrendo, a viver no crepúsculo, distante de deus!
Mas, o que é deus? Aquele que nos criou, depois observa tudo e ainda influencia diretamente nossas vidas?
Ahhh... me ajude a comprender o que acontece de verdade!!
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará! Desde quando? Eu tenho as ditas verdades: uma à luz da bíblia e outra à luz da visão filosófica humana, mas nenhuma das duas me libertou...
Come and set me free, come break me down, marry me, parry me; I am finishing with you!!!
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sexta-feira, 16 de novembro de 2007
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Metacrônica
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
Acabei com o livro do Irving Yalom
Acabo de terminar de ler o livro “Quando Nietzsche chorou” do psiquiatra Irving Yalom.
O livro tem um enredo agradável. Ler não se torna somente um passatempo, mas um enriquecimento devido a graciosidade com a qual o autor utiliza as palavras.
Claro que eu não vou contar o resumo do livro aqui; se quiser vai comprar o livro ou, faça como eu, pegue o emprestado numa biblioteca!!
A grande questão do livro é: Tratar O grande Filósofo Friedrich Nietzsche de sua tendência... aha calma! Não é tendência homossexual não (se bem que eu acho, que lá no fundo ele tinha uma quedinha...) na verdade é tendência ao suicídio.
Isso mesmo Nietzsche fica quase louco por causa da dita Lou Salomé; que mulher fantástica. À frente de seu tempo... incrível!
O livro então conta a historia de encontro entre o Dr. Breuer e o nosso filósofo(encontro fictício). Aquele médico usa o que seria o protótipo da psicanálise pra cuidar desse problema de Nietzsche. Entretanto, como ajudar alguém que considera a caridade nada mais nada menos do que a tentativa de adquirir poder? Isso mesmo, Nietzsche é fissurado nesse lance de poder. Ficar por baixo? NUNCA!!!
Daí o Dr Breuer encontra um jeito de fazer as análises com ele de uma maneira sutil: Nietzsche seria o curador da alma do Dr Breuer, isso o forçaria a ver no Dr Breuer seu próprio problema e então resolver o seu! Ufa....
O livro na verdade quer mostrar um Nietzsche mais humano, mais acessível, mais amigável e mais sensível. O autor, talvez por inferências dos textos do nosso filósofo tenta criar uma personalidade mais “aceitada dentro dos padrões” para Nietzsche.
É livro bom, mas poderia ser melhor...
Quatrocentas páginas que poderiam ser mais bem aproveitadas desenvolvendo um fundo mais interessante concernente à teoria da psicanálise. No tocante a esta teoria, o livro só mostra como se deu a curiosidade de Freud e do Dr Breuer pelo tema...através dos sonhos... que pena, este livro, mesmo sendo metaficção poderia ser mais bem utilizado se contasse com mais detalhes fáticos da teoria da psicanálise; não que eu desmereça os detalhes e os fatos apresentados pelo autor. FATO ALHO...
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sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Filadelfia = Philadelphia
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sábado, 29 de setembro de 2007
Psicanálise e Metaficção
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segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Dentro de nós
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terça-feira, 28 de agosto de 2007
Me esqueci!
Rapaz!!
Tem tanto tempo que eu não entro neste blog...
Mas acho que agora vou voltar ao normal, se bem que nem antes era normal!
haushaushaus
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