Em épocas de IOF mais alto, nada de comprar a prazo, por isso quem quiser comprar ums livros meus, aproveita! Preços módicos, só mesmo pra gerar um renda extra!!! Ahh, não é querendo imitar minha livraria predileta, a Cultura, mas a cada R$1,00 em compras no meu SEBO você ganha 10 pontos e a cada 1000 pontos R$10,00 de desconto!! Quer coisa melhor???
Esses Fernandos Sabinos ao fundo são todos autografadosss...
Vamos, vamos....
Quem dá mais?
Dou-lhe uma
Dou-lhe duas
...
:D
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Quer comprar??
Escrito por
felipemaia
às
09:34
1 comentários
Se a redenção falhar, você ainda pode usar o banheiro de graça!!!
"Sacrificar é divino, ele diz para a congregação. Talvez seja, mas inventar um modelo de negócios genial é humano"
*+*+*+*
*+*+*
The Economit, numa matéria sobre a Igreja Universal do Reino de Deus
*+*+*+*
*+*+*
+
Escrito por
felipemaia
às
05:09
0
comentários
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
O que é uma placa frente à piadas, conversas e posts?
NADA!!!!
I
A
M
W
A
I
T
I
N
G
:D
Escrito por
felipemaia
às
21:24
1 comentários
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Don't You Forget - ERA
Don't You Forget
- Mum's sick. She says she can't get up. I know my
brother's getting hungry. I must go to the village to
ask for some feed. Would you help me?
- Sure, Corney, I'll help you.
- I'll always be good when you with me.
- You're my friend, Corney.
- Are you always gonna be there when I grow up?
- Cross my heart.
Don't you forget about me?
Don't you forget about me?
We were soft and young
In a world of innocence
Don't you forget about me?
Don't you forget our dreams?
Now you've gone away
Only emptiness remains
Escrito por
felipemaia
às
09:45
1 comentários
Clarice Lispector Кларісе Ліспектор
Meu Deus, me dê a coragemde viver trezentos e
sessenta e cinco dias e noites,todos vazios de Tua
presença.Me dê a coragem de
considerar esse vaziocomo uma
plenitude.Faça com que eu seja
a Tua amante humilde,entrelaçada a Ti em
êxtase.Faça com que eu possa
falarcom este vazio
tremendoe receber como respostao amor materno que nutre e
embala.Faça com que eu tenha a
coragem de Te amar,sem odiar as Tuas
ofensas à minha alma e ao meu corpo.Faça com que a solidão não
me destrua.Faça com que minha solidão
me sirva de companhia.Faça com que eu tenha
a coragem de me enfrentar.Faça com que eu saiba ficar
com o nadae mesmo assim me sentircomo se estivesse plena de
tudo.Receba em teus braçoso meu pecado de
pensar.
Escrito por
felipemaia
às
06:55
2
comentários
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Hilda Hilst
Tá Cesinha, eu assistira a um documentário sobre esta pujante mulher, mas não me toquei quando vi o seu livro na "Galeria dos pães".
"Aflição de ser eu e não ser outra.
Aflição de não ser, amor, aquela
Que muitas filhas te deu, casou donzela
E à noite se prepara e se adivinha
Objeto de amor, atenta e bela.
Aflição de não ser a grande ilha
Que te retém e não te desespera.
(A noite como fera se avizinha)
Aflição de ser água em meio à terra
Aflição de ser água em meio à terra
E ter a face conturbada e móvel.
E a um só tempo múltipla e imóvel
Não saber se se ausenta ou se te espera.
Não saber se se ausenta ou se te espera.
Aflição de te amar, se te comove.
E sendo água, amor, querer ser terra."
Hilda Hilst
Escrito por
felipemaia
às
17:02
2
comentários
Literatura fantástica
A idéia de Deus, um ser onisciente, onipotente, e que, além disso,
nos ama, é uma das mais ousadas criações da literatura fantástica.
Preferiria, de todo modo, que a idéia de Deus pertencesse à
literatura realista
Jorge Luís Borges
Escrito por
felipemaia
às
15:06
1 comentários
A hora íntima por Vinícius de Moraes
Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: — Nunca fez mal...
Quem, bêbado, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Quem jogará timidamente
Quem jogará timidamente
Na terra um grão de semente?
Quem elevará o olhar covarde
Até a estrela da tarde?
Quem me dirá palavras mágicas
Capazes de empalidecer o mármore?
(...)
Quem se abraçará comigo
Que terá de ser arrancada?
Quem vai pagar o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Escrito por
felipemaia
às
12:24
2
comentários
domingo, 30 de dezembro de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)

