segunda-feira, 14 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Vou estar verificando
Gerundismo.
Moda, vício, terror. Mas o que ninguém pode negar é que já virou mania.
Alguns tentam coibir tal realidade, outros não estão nem ai, e ainda existem aqueles que brincam de maneira a fazer uma crítica ao fenômeno do gerundismo.
Qual a origem? Por que existe? São questões estudadas pela pedagoga Patrícia Santos numa dissertação de mestrado defendida no Instituto de Letras da UnB.
A forma seria fruto da disseminação de documentos traduzidos da língua inglesa. Por essa ótica, o gerundismo brasileiro seria uma adaptação do tempo verbal Future Continous Tense, caso da frase I will be calling you (eu vou te ligar), que descreve uma ação em curso no futuro.
As justificativas para essa crença, entretanto, esbarram em alguns motivos. Entre eles, até que ponto os brasileiros teriam domínio do inglês e interações suficientes com a língua de modo a resultar em um fenômeno chamado interlíngua? “Isso só acontece com alguém que fale muito os dois idiomas. Quer dizer, quando a segunda língua é muito usada a ponto de promover modificações na primeira”.
Fonte: http://www.secom.unb.br/bcopauta/comportamento27.htm
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felipemaia
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08:00
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segunda-feira, 7 de julho de 2008
Sai sem você: fiquei triste
Vivi até agora sem você: vivo triste
Lembrei de você: que sensação exótica
Liguei pra você: não consegui dormir
**
=
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felipemaia
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14:56
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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Amigo.
Palavra tão forte. Externa sentimentos que muitas vezes não são explicáveis!
Será possível se tornar amigo de uma pessoa simplesmente pelo pedido de alguém?
Vamos ser amigos? o mancebo pergunta. Sim, responde o pobre coitado que pensa que fazendo isso é uma maneira de mostrar que não liga mais para o que aconteceu!
Pobre coitado.
Faz de tudo por aquele que queria ser seu amigo. Manda o que pede. Comenta a foto. Responde à pedidos. Informa o que quer saber.
E quando esse pobre coitado imagina que nada está acontecendo... o "amigo" vem a sua cidade e nem sequer um recado do amigo, de sua estadia, recebe!
É isso que é ser amigo?
Será que eu me importo tanto com isso que preciso escrever um post pra comentar tal situação?
Na verdade espero que este post seja uma maneira de expurgar...
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felipemaia
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12:17
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sábado, 28 de junho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Revista Intercâmbio dos Congressos de Humanidades
Sim, meu trabalho foi publicado na íntegraaaaaaaaaaaa...
FUNÇÃO SOCIAL E TERAPÊUTICA DA LEITURA
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felipemaia
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08:03
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segunda-feira, 23 de junho de 2008
Assim, não mais do que assim, de repente, surgiu uma coisa nova. Num simples clique aparece uma pessoa na minha vida. Pessoa essa capaz de me tirar o sossêgo por alguns instantes e também a concentração.
Preparei minhas coisas. Livros. Cadernos. Lápis. Camiseta. Desodorante. Coloquei tudo na mochila e sai de casa num belo e agradável dia em direção a Universidade.Sabia que aquele dia não acabaria como qualquer outro. É como se no final dele tivesse um prêmio, ah, pelo menos a expectativa de um prêmio tinha.
Fui à aula. Almocei. Assisti à mais uma aula. Era pra eu ir pro estágio, mas não fui. Ao invés decidi teminar uns execícios de alemão pois no dia seguinte teria aula e não tinha teminado a lição. Fui em direção ao esperado do dia.
Encontrei. Fomos ao mercado. Sim, lembro-me perfeitamento do que compramos e sempre lembrarei do catarinense que aprendeu a gostar de café!
O que dizer da recepção? Fantástica! Nunca fui tão bem recebido por alguém. Parecia que nos conheciamos há muito tempo! Íntimos. Sim, fomos íntimos por toda a noite! Muito carinho e respeito. Ahh, como isso é difícil de encontrar!
Mas algo dentro de mim não estava realizado. Algo parecia faltar. Quem era o culpado por tal falta? Não sei. O que sei é: foi bom! Mas a experiência se fez e não parece querer refazer-se.
Que pena! Não sei explicar o que há. Não quero magoar. E é por isso que prefiro não continuar. Fechar o círculo é melhor do que quebrá-lo porque um círculo fechado é melhor do que uma corrente solta por falta de elos.
Foi bom conhecê-lo.
"Que não seja infinito, posto que é chama
Mas que seja eterno enquanto dure"
Obrigado
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felipemaia
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09:09
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
Futuro. Profissão. Amor
Nossa, como esses elementos perturbam nossa vida assazmente!
Eu já comentei em outras postagens sobre essa temática, mas ela é cíclica, logo, sempre me ocuparei de tais questões.
Ser, ou não ser?
Ter, ou não ter?
Querer ou não querer?
(...)
As férias estão chegando. Era de se esperar que nas férias tudo ficasse mais calmo. Mas, parece que não vai ser bem assim...
Terei 30 dias de férias, mas já to compromissado com estágio remunerado, leituras e um estágio voluntário (ainda não confirmado!) que vou realizar numa biblioteca pra aprender mais sobre processos técnicos (Vou seguir o conselho de uma amiga).
A vida é assim mesmo, mas se eu sei que é assim por que eu não me conformo?
Ah... porque conformar-se não é uma característica minha.
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felipemaia
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08:07
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quarta-feira, 28 de maio de 2008
Apruveita
Mrs Dalloway disse que iria comprar as flores ela mesma.
É com essa sentença que Virginia Woolf começa sua estória que leva o nome da protagonista: Mrs Dalloway. É incrível como aquela personagem é bem construída. Suas qualidades são amplamente perceptíveis. Sua garra. Determinação. Auto conhecimento. Auto conhecimento...
Recentemente eu venho passando por uma fase de auto conhecimento. Quando sei que meus sentimentos são realmente aquilo?
Já percebeu que não raro nossos sentidos nos enganam? Ao avistarmos um carro numa curva ao longe podemos muitas vezes jurar a cor da sua lataria: "azul!"; quando se aproxima você percebe que era verde! Quem fez isso? Foi a montadora ou a construtora do veículo que usou propositadamente uma tinta especial para pintar o carro de uma cor que possibilita essa confusão a um dos nossos sentidos mais prazerosos que temos, a visão? Ou seria um "gênio maligno" que não nos possibilita ver as coisas como realmente são? (Mas será que a cor vista de perto é realmente a que parece?...)
Dúvidas. As dúvidas precedem o conhecimento. Preceder pressupõe futuro....
Muitas vezes recorremos a uma ajuda externa pra enterder o que se passa. Alguns pedem ajuda de profissionais da saúde. Mais frequentemente buscamos a ajuda de quem está ao nosso redor. Estes podem ser parentes, amigos, amigos de amigos que nos recomendam algo novo. Esse algo novo pode ser, quem sabe, uma ajuda de outro plano. E como é bom obter um consolo. Quem diria Henrik Ibsen que afirmava a necessidade de o ser humano criar um ideal necessário à vida, nem que fosse a busca sisífica pela riqueza!
(...)
Sentir coisas novas é tão bom! Faço referência aqui a novos sentimentos, novas descobertas. Sabe o que é sem mais nem menos, nada planejado surgir assim a divindade?(falo isso porque não fui buscar em nenhum site da internet, local propício, seja lá o que for o que apareceu na minha vida recentemente).
O apegar-se a coisas passadas é uma questão de sobrevivência do ser humana. Quantas vezes não queremos abrir mão daquela pilha de papel tumultuada no canto do armário juntando poeira no quarto? "Não jogue aqueles papéis fora, eles são muito importantes!". Quantas vezes ficamos com medo de largar o atual emprego para tentar outro melhor? Quantas vezes não queremos começar algo novo com medo de não conseguir. Esta última situação é embaraçosa!
Diariamente estamos circundados de pessoas e suas influências podem melhorar ou piorar nossas vidas. Vemos o frentista do posto, a enfermeira no hospital, o guarda de trânsito, a professora na escola, os colegas de faculdade, os companheiros de trabalho, isto é, pessoas que contribuem de uma forma ou de outra para nossa sociedade gerando, por consequência, influência em nossas vidas?
Mas e o que dizer quando o trato com uma dessas pessoas nos marca profundamente? Seja uma dívida, um acidente de trânsito, um amor! Sim, um amor é determinante em nossas vidas. A partir do momento que você se envolve com alguém e esse envolver-se se desenvolve e dali surge um namoro que dura um certo tempo, é inegável a troca de influências. Depois quando esse namoro acaba, seja da parte de quem for, as duas partes ficarão profundamente marcadas.
O que não pode acontecer é uma dessas duas partes não querer se abrir para novas experiência sob a égide da proteção, isto é, do medo de sair perdendo. Negar um novo caso, relacionamento, seja lá o nome que quisermos dar, a meu ver, é o engarnar-se a si próprio assim como nossos sentidos negam não admitir algo que não conhecem.
Vamos ficar livre do passado! Vamos viver um dia de cada vez aproveitando tudo que podemos aproveitar da preciosidade da experiência humana!
Uma coisa eu digo: se alguém está disponível pra você, posso afirmar que é somente naquele instante que ele é seu porque o ser, conforme Foucault, se faz NA experiência. Aquele momento indubitavelmente é seu, mas lembre-se que ele poderá ter sido só um momento seu e passar a ser o de outra pessoa.
Aproveite o dia, ou melhor, a oportunidade que aparece, porque se essa oportunidade voltar poderá ser de uma maneira diferente, e ai PODERÁ ser tarde!
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felipemaia
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09:33
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segunda-feira, 5 de maio de 2008
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felipemaia
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