quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Nada nunca vai morrer

Esse ideia de morte, de um fim foi criado pelos materialistas, nao no sentido formal da filosofia, mas no sentido de que ve assim quem soh pensa na materia. Para aqueles que ve a planta que morre, o corpo que eh enterrado etc.
Ao terminar de assistir ao filme "O homem elefante" de David Lynch fica essa mensagem. Nada morrera.
O Budismo (olha eu mais uma vez falando dessa filosfia de vida) destaca justamente esse ponto.
Nada morre.
Um pouco de Lavoisier, ou sera que Lavoisier tambem era budista?
Mas eh isso. A vida eh continua. Nao acaba. Se transforma.
De certa maneira nos conforta. Mas afinal de contas esse eh o papel das religioes.
Sinto-me confortado.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Satisfazer um desejo

Acabei de assistir ao filme "Lua de fel" de Roman Polansky. Um filme que trata da apresentacao da vida de um casal para outro. NA verdade eh um relato de um casal de desejos. Um casal que experiencia de tudo. Fantasias. Gostos e vontades. A cada dia se deseja uma coisa e se deseja cada vez mais.
Isso me lembra a vida como um todo. A vida eh repleta de desejos. O nosso objetivo na vida nao eh comprar casa, carro, viajar etc. Nosso objetivo eh satisfazer desejos. A cada desejo realizado um novo surge e uma nova forca para satisfaze-lo surge. Sisifico; ciclico, samsarico!
Chame como achar melhor. Mas o budismo ve essa roda da vida, esse eterno vir a ser, essa satisfacao de desejos a origem do sofrimento. Simplesmente porque nao eh a satisfacao desses desejos algo verdadeiramente capaz de trazer felicidade como pensamos.
O que realmente da felicidade eh a realizacao pessoal.
Pergunto: como encontrar a realizacao pessoal , a iluminacao, o extirpar de desejos?
Fico com essa pergunta e vou tentando diminuir os desejos. (Mas que paradoxo: tenho o desejo de acabar com os desejos...).
Mas quanto mais quero me livrar disto tudo vem um monte de coisas que me predem aqui. Grilhoes que nao me deixam sair pelo mundo...

sábado, 4 de setembro de 2010

24 anos

Vinte e quatro anos de vida.

Ou seriam 24 anos e 9 meses? Não. Prefiro 24 anos de vida somente. Até porque sou da teoria de que a vida começa com o nascer. Antes do nascer eu sou um agregado do corpo da mãe...

Bem, 24 anos.

Ensino fundamental. Ensino médio. Faculdade.

Cursos de línguas; artes etc.

Viagens...

Descobertas.

Mesmo assim ainda não posso dizer que sou formado. Graças a zeus sou heraclitiano. Mudo sempre e sempre mudarei. A única constância na minha vida é a mudança.
Mudei de Brasília pra São Paulo pra Palmas... Agora quero mudar de novo!

Tic Tac....

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Quando se conhece um amigo

PS: O Ricardo não quis sair nessa foto!

Por entre idas e vindas de Palmas a Brasília e vice-versa e versa-e-vice precisei, sim precisei, sair de casa para espairejar (quem acompanha este blog sabe que termo é esse). Em casa. Onze da noite. Msn. Surge a ideia de ir pra balada. Falo com um e com outro. Somente o Ricardo aceitou o convite. E olha que foi sem pestanejar mesmo saindo de um platão de 12 horas do caralho no hospital regional de Taguatinga.
Decidimos ir a BluE sPaCe. Nunca tinha ido. E depois de só conhecer essas baladinhas bregas de Palmas precisa de algo grande. Bem grande.
Como se chega lá mesmo? Ah, eu sei que é assim, e assim... Ah, vira ali. O que é aquilo? Olha, grande zeus nos guiou diretamente pra Balada. Adoooro o perigo.
Filinha básica. Promoter da Coca light. Sim, ganhei uma latinha. Mas o gosto é o mesmo. Acho que eles pegam a coca antiga e colocam na nova lata e dizem: uhuuuu cola light!
Fila.
Médico.
Conversas sobre aeroportos.
Sobre namoros.
Entramos.

Dançamos horrores.
Vimos muita gente bonito e de repente eis que alguém se atraca (lembram do médico supracitado - eee Ricardo...)
Fico só.
Mas não pela noite toda.
Saimos da balada quase 7 da manhã.
Tomamos café da manhã numa padaria na 202n, ou foi 203, ou 204... ou 107?
kkkk
Aula.

Nunca pensei que me aproveitaria muuuito uma balada só com um amigo.
Mas Ricardo essa noite foi mais do que um amigo
Foi uma dezena. Foram alegrias múltiplas. Companheirismo de primeira.

Daqui quinze dias é a trindade inteeeeira no redondo!

domingo, 1 de agosto de 2010

Começa a contagem regressiva

Hoje começo a contar
os dias
para o dia
no qual
irei comemorar
meus 24 anos!

Ai que delícia!


sexta-feira, 24 de abril de 2009

Me vende um pacote de tempo?

Oh meu grande Febo, converse um pouquinho com Cronos e veja se ele quer me ajudar...

Tempo?

Por que quanto mais queremos menos temos?

terça-feira, 17 de março de 2009

Ovulei

Tudo bem. Eu sei que aqui não é o blog da trindade ovulante, mas eu posso dizer que ovulei com um e-mail que acabei de receber!
Natélia, uma jovem universitária encontrou meu artigo perdido pela internet que trata da função social e terapêutica da leitura. Sim, caros colegas blogísticos, ela pediu a localização exata doa rtigo tendo em vista que não conseguiu pela internet.
Uhuuuuuuuuuuuu
A primeira citação em trabalho de conclusão de curso.
Sim, porque não adianta escrever 10.000 textos e publicá-los se ninguém cita!
Eeeita, to vendo meu índice de citações subindo, subindo...

sexta-feira, 13 de março de 2009

uma semana em 24 horas

Engraçado.
Trabalhei. ALmocei. Fui ao shopping com uma amiga. Enfim decidimos que presente comprar.
Fomos a comemoração na casa da aniversariante.
De lá saimos pra dançar.
Comemorei o dia do bibliotecário com muito "conhecimento internacional".
Conheci alguém do nada.
Dizem que não precisa se esforçar porque as melhores coisas vem de surpresa, sorrateiramente.
Dai levei cada qual em sua casa.
Recebi uma ligação.
Fui até o bar - 2 da manhã.
Fiquei lá. Conversamos - 4 da manhã.
Chegamos a casa deles, pertinho da minha.
Dormimos.
Na verdade passamos um bom tempo juntos, bom até demais.
Dormi.
Tive que ir embora.
Fui pra casa. Almoço. Trabalho.
Deste último momento até agora só fico com a mente no signo de Áries.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

A cura de Schopenhaeur

Mais um livro para a biblioterapia de Irvin Yalon. A cura de Schopenhauer é mais uma metaficção historiográfica que conta a história de um homem que se cura da sua fixação em sexo com a ajuda da filosofia schopenhaueriana.

Depois de se tratar com um terapêuta psicanalísta sem resultado ele parte para outra ajuda. A pós graduação em filosofia o ajuda a conhecer um grande filósofo do século XIX. Arthur Schopenhauer.

Na verdade o que acontece é um dos elementos catárticos descritos por Aristóteles na Poética: a identificação. Sim, Philip, o "paciente" se vê na mesma situação que Schopenhauer e acaba vendo que se a teoria schopenhaueriana serviu para aquele autor talvez poderia servir pra ele também.
O livro é um bom relato da terapia em grupo. Como fuunciona. Algumas técnicas etc. Se você for um aluno de psicologia e pensa em se tornar um terapêuta de grupo, uma boa leitura. Se você quer conhecer um pouco das teorias de Schopenhauer e algumas críticas a ela, boa leitura.

O mais interessante do livro é o inter-relacionamento de fatos históricos, alguns capítulos biográficos de Schopenhauer, com os capítulos metaficcionários.
O autor tenta levar por meio de alguns personagens sua opinião quanto a teoria pessimista de Schopenhauer. Pra ele a vida é muito sofrida. E pra se livrar desse sofrimento é só se desapegar das coisas materiais e de sentimentos. Porém, deve-se viver a vida no presente. Nunca esperar que um dia vai melhorar. Isso vai ao encontro da teoria nietzscheana e de encontro a teoria epicurista e cristã.

Todo esse contexto, esse enredo, na verdade serve de pano de fundo para tratar da morte iminente do Dr Julius, o terapeuta do grupo. Depois de descrobir que tem um melanoma maligno tudo muda, até seu jeito de tratar e cuidar do grupo. Dai a grande questão humanidade, inclusive tratado na "República" de Platão: quanto mais próximo da morte chegamos mais preocupados com o que vai acontecer ficamos.

O que realmente importa é que devemos viver o hoje e tentar viver o máximo porque conforme o próprio terapeuta do grupo, Dr Juliu Hertzfeld, morre-se melhor quando vive-se melhor, i. e., intensamente.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O que dizer?

Há mais ou menos 5 meses larguei este blog e só publico coisas a tres!!!
Mas tenho algo a dizer que acho que não cabe lá na trindade ovulante:

Esses dias fui andando, andando e andano. Sempre gosto de andar pra espairejar - neologismo trindadistico. Andar é sempre bom. Mas agora não estou mais cabisbaixo, triste, melancólico.

Passou!

Mas esses dias andei.

Andei porque estava feliz. E no mesmo caminho, que antes eu senti vontade de sentar no chão, ali mesmo, e esperar passar aquel temor, passou!

Andei e aquele trajeto que em outros dias seriam de 40 ou 50 ou 90 minutos se foram!
Passou tão rápido!

Sei lá!

Só sei que as coisas estão indo...

Carnaval....
Peru....
E tomara que eu consiga fazer uma visitinha a grande princesa fenícia que Zeus sequestrou e levou pra Creta! :D